quarta-feira, 27 de maio de 2015
Damos as boas vindas aos alunos da turma 2015.1 do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental, que hoje tiveram contato com a área de Mecânica e Mecanização Agrícola. Na oportunidade, os alunos tiveram uma visão geral das disciplinas máquinas agrícolas e mecanização agrícola, além do contato visual com os tratores e máquinas agrícolas no galpão de máquinas do Departamento de Engenharia Agrícola.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Fim da queima da Cana-de-açúcar, em São Paulo
O fim da queima da cana-de-açúcar vai eliminar o plantio em 369 mil hectares em São Paulo, o que representa 6,7% da área atual destinada a essa cultura. A mecanização tem avançado rapidamente, mas a colheita mecanizada não é possível em áreas com declives superiores a 12%. Produtores com áreas inferiores a 150 hectares podem queimar a cana até 2017, depois deverão dar outro destino à terra.
O levantamento da área que deverá ficar fora da produção de cana foi feito pela Embrapa, em conjunto com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Piracicaba, por exemplo, vai deixar de plantar 8.577 hectares, o que representa 2,3% da área de cana do Estado e 17% da área do município com esse produto.
Um novo estudo já está sendo feito para a indicação da melhor utilização dessas áreas com novas atividades agropecuárias. O objetivo do estudo é propiciar aos produtores novos tipos de cultura.
23 de janeiro de 2015 [Com informações do jornal Folha de S. Paulo]
http://www.portalmaquinasagricolas.com.br/queima-da-cana/
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Queda nas vendas de tratores de rodas em 2014
Após uma queda de 7,30%
entre 2010 e 2011, as vendas de tratores agrícolas reagiram a partir de 2011,
apresentando um aumento de 6,73% entre 2011 e 2012 e 16,60% entre 2012 e 2013).
No entanto, as vendas de tratores agrícolas em 2014 caíram 14,54% em relação a
2013.(Dados ANFAVEA).
O setor de máquinas agrícolas acompanhou o baixo desempenho da economia nacional em 2014, ocasionado pela baixa taxa de investimento, reflexo das incertezas em relação aos cenários nacional e mundial. As vendas de tratores de pneus praticamente voltaram ao patamar de 2012.
sábado, 17 de janeiro de 2015
Novidades na Agricultura de Precisão
Boeing combina veículos aéreos não tripulados com outras fontes de dados para potencializar agricultura de precisão no Brasil
Uma aeronave não tripulada pode mudar a forma de se fazer agronegócio no Brasil ao possibilitar observação e reconhecimento territorial de forma contínua, dia e noite, e também a coleta ininterrupta de dados. O ScanEagle, é o Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) da Boeing com inovação e tecnologia de ponta e que pode ser um grande auxiliar do agronegócio brasileiro.
Dimensões Peso Performace
Comprimento: 1,55 m Vazio peso estrutura: 14-18
kg Autonomia: 24+ horas
Envergadura: 3,11 m Peso máximo de decolagem:
22 kg Altitude: 19.500 pés /
5.950 m
Envergadura: 3,11 m
A receita encontrada pela Boeing para potencializar a chamada “agricultura de precisão” é a combinação dos VANTs com outras fontes de dados, obtidos, inclusive, por satélites de observação da Terra. Trata-se de um campo da ciência conhecido como sensoriamento remoto. E é nisso que apostam os pesquisadores da Boeing Pesquisa e Tecnologia Brasil (BR&T – Brasil).
Exceto no caso de dados coletados em laboratório, onde as condições são controladas, existem hoje basicamente três níveis de sensoriamento remoto para a coleta de dados das plantações: o de campo, quando se leva o equipamento para a área de interesse e ali os dados são coletados; o aéreo, em que os sensores que coletam os dados são embarcados em aeronaves tripuladas; e o orbital, no qual os sensores estão a bordo de satélites que orbitam a Terra a aproximadamente 700 km de altitude.
Contudo, todos esses níveis de sensoriamento remoto têm limitações. Os dados coletados em campo são muito precisos, mas envolvem um alto custo de operação e, em geral, limitam-se a cobrir áreas pequenas.
Por outro lado, os dados obtidos por sensores a bordo de satélites cobrem grandes áreas e de maneira sistemática, mas muitas vezes são limitados à passagem dos satélites quando o céu não está nublado, o que é um problema em regiões tropicais como o Brasil. O uso de aeronaves tripuladas pode ser uma solução, mas envolve um custo extremamente elevado de operação e, além de depender de condições meteorológicas favoráveis, também depende de técnicos extremamente especializados.
As vantagens dos VANTs em relação a outros sistemas
É aí que entram os VANTs, com suas inúmeras vantagens para as aplicações de sensoriamento remoto na agricultura. Entre elas: a possibilidade de coletar dados a qualquer momento, sistematicamente, e em curtos intervalos de tempo; a capacidade de voar abaixo das nuvens e coletar dados mesmo em dias nublados; a facilidade de manuseio do equipamento; a gama de sensores que podem ser utilizados; e o custo de operação, que tende a diminuir à medida que a tecnologia se populariza.
O intervalo de tempo entre duas aquisições consecutivas de dados sobre a mesma área, que em termos técnicos é conhecido como “resolução temporal”, é bastante otimizado. “Um satélite passa sobre determinada área hoje; se estiver nublado, você só terá chance de uma nova imagem depois de duas semanas; se estiver nublado novamente, só daqui a um mês. Para a agricultura, isso pode ser um tempo muito grande”, argumenta Marcio Pupin Mello, coordenador de pesquisa em Sensoriamento Remoto e Agricultura de Precisão da BR&T-Brasil. Um VANT pode sobrevoar determinada área todos os dias ou até diversas vezes no mesmo dia.
É possível integrar inúmeros tipos de sensores, ou câmera, nos VANTs, desde uma câmera comercial mais simples, como aquelas geralmente utilizadas por atletas que praticam esportes radicais, até sensores mais complexos, com centenas de bandas espectrais que vão do visível até o infravermelho. A partir daí, literalmente, o céu é o limite: pode-se verificar quão sadia está a vegetação, se há falhas no plantio, se determinado trecho da área plantada está mais desenvolvido que outro, se o calor, umidade ou a luminosidade estão adequados para cada cultura agrícola, entre outras possibilidades.
“Muitas vezes, é muito mais simples e barato para o produtor usar um VANT para sobrevoar e monitorar uma região do que comprar uma imagem de satélite ou usar um avião tripulado”, explica Mello, que é doutor em Sensoriamento Remoto.
Próximo passo
O uso de VANTs no Brasil, entretanto, ainda não está regulamentado. “A Boeing tem bastante conhecimento adquirido com o uso das tecnologias de VANTs pelo mundo, incluindo aplicações em agricultura de precisão. Aqui no Brasil, estamos trabalhando com parceiros nacionais e criando juntos tecnologia e conhecimento”, afirma o pesquisador. “Precisamos concentrar esforços, junto com as autoridades aeronáuticas, para promover o uso profissional do VANT no país, só assim poderemos tirar total proveito de seu uso nas aplicações para a agricultura”, completa Mello.
Fonte: Terra Notícias
Por Equipe de Comunicação Digital
http://www.canaldoprodutor.com.br/agricultura-precisao/
Assinar:
Postagens (Atom)