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    quarta-feira, 15 de maio de 2013

    Livro 2

    Máquinas Agrícolas
    Luiz Antônio Balastreire

    631.
    Tem na Biblioteca da UFRPE



    Manual de Mecanização Agrícola. São Paulo: Ed.Ceres, 1974.
    MIALHE, Luiz Geraldo



                                                            Máquinas Agrícolas para plantio



    Encontrado nas bibliotecas de Universidades, volumes 1 e 2

    Revistas da área de Máquinas e Motores Agrícolas nacionais



    Emplacamento de trator

    16/04/2013 | Logística e infraestrutura

    Tratores deverão ser emplacados a partir de junho

    A partir de primeiro de junho de 2013 as máquinas e implementos agrícolas fabricadas a partir de janeiro de 2013 deverão ser registradas com emplacamento e Certificado de Registro de Veículos (CRV), como os demais veículos. A medida faz parte das portarias 429 e 434, respectivamente de dezembro de 2012 e janeiro de 2013, editadas pelo Conselho Nacional do Trânsito (Contran). Segundo as portarias, também deverão ser emplacados tratores destinados a puxar ou arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos na área da construção, como guindastes. Para os tratores fabricados até primeiro de junho deste ano o registro, quando necessário, poderá ser feito sem necessidade de pré-cadastramento

    Fonte: DCI

    Notícias sobre a produção de tratores e implementos agrícolas

    Venda de tratores e colheitadeiras deve aumentar

    Os fabricantes de máquinas e implementos agrícolas que operam no território gaúcho vivem um bom momento. Os financiamentos, fundamentais para seu desempenho, são realizados hoje a juros muito baixos, bastante acessíveis ao perfil de grande maioria dos produtores rurais. Os juros do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), a linha de crédito subsidiado pelo BNDES para compra de máquinas e equipamentos agrícolas seguem num patamar de 3% no primeiro semestre e 3,5% no segundo semestre. "Devido ao bom preço das commodities agrícolas no ano passado, o produtor está hoje mais capitalizado, e isso se reflete em investimentos em mecanização e na compra de máquinas para elevar a produtividade das lavouras", sustenta Alfredo Miguel Neto, diretor de assuntos corporativos para a América Latina da norte-americana John Deere.
    O balanço dos fabricantes, no ano passado, revela os impactos positivos desse cenário. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas de máquinas agrícolas pelas montadoras do Brasil fecharam 2012 com alta de 6,2% em relação ao ano anterior. Foram vendidas 69.374 unidades. A produção de máquinas agrícolas cresceu 2,6% em comparação com 2011, somando 83.640 unidades.
    A John Deere, informa Miguel Neto, vendeu 11.592 tratores (crescimento de 17,5% ante 2011) e 2.231 colheitadeiras (aumento de 15,7% em relação a 2011). "Isso demonstra a força das nossas fábricas, em Horizontina e Montenegro, no Rio Grande do Sul, e a importância que elas têm nas estratégias da corporação para o continente", diz o executivo. Ele assinala que boa parte dos US$ 2 bilhões investidos nos últimos dez anos pela John Deere no Brasil foram destinados à modernização e ampliação das duas plantas industriais. "As perspectivas para 2013 continuam positivas", afirma.
    Com a aquisição das marcas Massey Ferguson, Valtra e Sfil, a AGCO Implementos se fortaleceu no mercado brasileiro, mas continua investindo no desenvolvimento tecnológico e na ampliação de sua capacidade de produção no Rio Grande do Sul. A empresa investiu R$ 10 milhões em melhorias na produção de pulverizadores em Canoas, e em março, conclui a ampliação da fábrica de Santa Rosa, onde foram aplicados R$ 65 milhões para melhorar a capacidade produtiva. Segundo Fábio Piltcher, diretor de marketing da AGCO para a América do Sul os investimentos contemplam como a robotização de soldagem e treinamento especializado de pessoal. A capacidade de produção será de 200 colheitadeiras por mês.
    Atualmente, segundo Piltcher, a AGCO detém cerca de 50% do mercado nacional de tratores, liderando o ranking brasileiro. O Rio Grande do Sul participa com quase 13% desse volume de comercialização. Já em colheitadeiras, o Estado é responsável por 40% do mercado da AGCO.
    A Agrale também confia nos incentivos governamentais e melhores prazos de financiamento para compra de tratores para puxar os resultados. De acordo com Flávio Alberto Crosa, diretor de vendas, a empresa acredita que este ano as vendas de tratores devem crescer cerca de 40% em relação ao ano passado. Em 2012, o faturamento da Agrale, que além de tratores fabrica caminhões, chassis para ônibus e veículos utilitários, atingiu R$ 1,075 bilhão, 16,5% a mais que em 2011.
    Autor: Genilson Cezar. Fonte: Valor Economico

    terça-feira, 14 de maio de 2013

    Bibliografia

    Mecanização Agrícola
    Luis Antonio Balastreire
    Ed. Manole