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    sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

    Anfavea acredita que 2015 será bom para o setor de máquinas agrícolas

    PERSPECTIVAS PARA 2015 PARA O SETOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS

    “O Brasil tem compromissos com o crescimento da produção de alimentos e, nesse sentido, vislumbramos 2015 como um bom ano para o setor de máquinas agrícolas”, afirmou Ana Helena de Andrade, vice-presidente da Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea), durante coletiva à imprensa em São Paulo.
    As perspectivas do agronegócio, em sua opinião, são muito positivas, com vários indicadores que apontam para um bom desempenho do mercado de mecanização.
    Ao analisar o comportamento do setor, Ana Helena disse que o ano de 2014 não foi um ano ruim, porém com desempenho abaixo ao de 2013, considerado, por ela, o melhor da história da indústria de máquinas agrícolas, com a comercialização de 83,078 mil unidades.
    Em 2014, com a redução das margens dos produtores rurais, os investimentos em máquinas desaceleraram, retomando aproximadamente aos níveis de 2012 que, até então era tido como o melhor ano da história do setor, quando foram comercializadas 70,1 mil unidades de máquinas agrícolas e rodoviárias.
    “Simplesmente saiu de um campo excepcional e voltou a uma estabilidade histórica”, disse. “Vamos acompanhar o agronegócio brasileiro e continuar dando suporte tanto à agricultura empresarial quanto à agricultura familiar, um segmento que está muito positivo e se destacando principalmente no cultivo de hortifrutigranjeiros.”
    Ela ainda destacou que “o setor de máquinas agrícolas vai apoiá-la, entrando com produtos de alta tecnologia, de maior escala para atender as culturas que precisam desse tipo de máquinas”.
    MAIS ALIMENTOS
    Ana Helena Andrade citou o Termo de Acordo de Cooperação sobre o Programa Mais Alimentos assinado pela Anfavea e o Ministério de Desenvolvimento Agrário, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento da agricultura familiar brasileira e promover a modernização e produtividade da atividade rural.
    Destacou que, desde a criação do Programa Mais Alimentos, na safra 2008/09, já foram comercializados mais de 80 mil tratores e 48 mil veículos. Por meio de descontos e outras vantagens, os agricultores têm acesso a máquinas e veículos com preços especiais, além de condições de financiamento exclusivas.
    Na oportunidade, Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, divulgou os resultados da indústria automobilística em outubro. “O segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias apresentou o melhor mês em vendas internas do ano com 6,7 mil unidades. Este marco representa alta de 0,7% no comparativo com setembro quando foram comercializados 6,6 mil produtos e de contração de 8,6% contra outubro do ano passado com 7,3 mil unidades. No acumulado a retração foi de 17% – 59,1 mil este ano e 71,2 mil em 2013”, informou Ana Helena.
    A produção do segmento agrícola, segundo o levantamento da Anfavea,  encerrou o mês com acréscimo de 10%, ao se comparar as 7,9 mil unidades de outubro com as 7,2 mil de setembro, e recuo de 20% ante as 9,9 mil unidades fabricadas em outubro de 2013. O resultado do acumulado de 2014, com 72,4 mil unidades, ficou 15,6% abaixo das 85,7 mil unidades de 2013.
    Nas exportações, o acumulado está 9,5% abaixo, quando se defrontam as 11,9 mil máquinas deste ano com as 13,1 mil do ano passado. As 1,3 mil unidades que deixaram o País em outubro de 2014 significam declínio de 4,6% contra setembro com 1,4 mil unidades e queda de 20,5% com relação a outubro de 2013 com 1,7 mil.

    Por equipe SNA/SP  - SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA
    http://sna.agr.br

    segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

    Visita Técnica a Usina São José

    No último 19 de dezembro foi realizada visita técnica a Usina São José Agroindustrial, organizada pela Profª Angélica Valois, da disciplina Controle de Plantas Invasoras, do Curso de Agronomia, contando com a colaboração dos Professores: Romero Falcão Bezerra de Vasconcelos e Veronildo Souza de Oliveira, da área de Mecânica e Mecanização Agrícola, do Departamento de Engenharia Agrícola da UFRPE. Os alunos e professores foram recepcionados pelo Engenheiros Agrônomos: Antônio José Barros Lima, Coordenador de Tratos Culturais e P&D e Danúbio Hilário Ferreira da Silva, responsável pela mecanização agrícola na Usina. Após uma rápida apresentação das operações agrícolas desenvolvidas na Usina, através de vídeo, os alunos foram acompanhar a colheita mecanizada em uma área de tabuleiro. 


    No local, os alunos puderam observar a colheita mecanizada realizada por uma colhedora John Deere, acompanhado por trator e carreta de transbordo de cana e o transbordo da cana picada da carreta para o reboque transportador.



    Em seguida, foi realizada  uma apresentação de Tecnologia de Aplicação, com equipamentos utilizados na aplicação de herbicidas, com pratica de regulagem de vazão, velocidade e pressão de serviço. Foram apresentados os equipamentos a pressão constante e pulverizador de barras. Os alunos puderam tirar suas dúvidas quanto ao desenvolvimento das aplicações e os tipos de produtos utilizados na Usina.














    Depois do almoço oferecido pela Usina São José, a turma foi para Carpina, conhecer a central de recolhimento de embalagens vazias de agrotóxico, mantida pela ARPAN - Associação dos Revendedores dos Produtos Agropecuários do Nordeste. 
     A Legislação Federal (Lei 9.974 / 2000 e Decreto 4.074 / 2002) determina que a destinação correta das embalagens vazias de Agrotóxicos cabe a todos os agentes atuantes na produção agrícola: agricultores, canais de distribuição/ cooperativas, indústria fabricante e poder público. As embalagens são prensadas por tipo de material e quando atingem 3500 toneladas o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de embalagens Vazias) providencie o transporte para o destino final (reciclagem ou incineração).









    Turmas SA1 e SA3, do 5º período do Curso de Agronomia da UFRPE, das disciplinas: Controle de Plantas Invasoras e Máquinas e Implementos Agrícolas.










    terça-feira, 4 de novembro de 2014

    Turma 2014.2 de Engenharia Agrícola


       A Área de Mecânica e Mecanização do DEAGRI recebeu a visita da turma do 1º Período de Engenharia Agrícola da UFRPE. Na ocasião, apresentamos um resumo das atividades que um Engenheiro Agrícola pode desenvolver na área, sua importância na resolução de problemas, chamando atenção para os desafios e responsabilidades que tem um estudante de curso superior. Mostramos o galpão de máquinas e implementos agrícolas. Também falamos das duas disciplinas da matriz curricular que eles têm na área: Máquinas Agrícolas e Mecanização Agrícola. 
       Sejam todos bem-vindos ao Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental e a Área de Mecânica e Mecanização Agrícola do DEAGRI.

    segunda-feira, 25 de agosto de 2014

    O preço do etanol no Brasil


    Em apenas duas regiões brasileiras o álcool é mais vantajoso do que a gasolina, centro oeste e sudeste, nas demais a gasolina ainda é mais vantajosa



    Indice_Preco_Etanol________10_16_08

    quarta-feira, 25 de junho de 2014

    Aumento do índice de mecanização na China

    China Reviews its Five-Year Plan for Agricultural Mechanization Development


    As estatísticas das autoridades chinesas de administração agrícola mostram que a mecanização agrícola da China chegou a 59% em 2013 em relação a cultivo, criação e colheita. Ao longo dos últimos anos, a mecanização agrícola da China vem crescendo anualmente entre 1 e2%, indicando que o processo de mecanização pode suplantar significativamente a força de trabalho rural nos próximos anos.

    De acordo com um funcionário do Ministério da Agricultura chinês, a progressão de mecanização agrícola aumentou a produtividade agrícola, reduzindo a intensidade de trabalho, aumentando a eficiência da produção agrícola. O crescimento rápido de trigo da China nos últimos 10 anos é atribuído principalmente ao alto nível da mecanização.

    Há um grande mercado na China para a produção de máquinas agrícolas no futuro. Atualmente o fornecimento de alta potência e máquinas de grande capacidade baseia-se principalmente na importação. Além disso, existe nas pequenas propriedades uma grande falta de suprimento de pequenas máquinas.

    Fonte: AgroNews

    quarta-feira, 4 de junho de 2014

    Dilma veta projeto que livra máquinas agrícolas de registro e licenciamento

    O projeto que desobriga máquinas agrícolas do registro e licenciamento anual, aprovado pelo Senado e pela Câmara, foi totalmente vetado pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (15). De acordo com a justificativa do veto o projeto de lei (PLC 57/2013) deixava muito amplo o conceito de "veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas", o que seria contrário ao interesse público.
    O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997) para livrar tratores, colheitadeiras e demais máquinas agrícolas de despesas burocráticas que chegavam a 3% do valor do bem. Ele foi aprovado terminativamente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) no dia 2 de abril e seguiu para a sanção, uma vez que a iniciativa era da Câmara dos Deputados.
    Na época, a relatora na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), senadora Ana Amélia (PP-RS), considerou a proposta de grande importância para a agricultura nacional porque representaria uma redução de custos e de procedimentos burocráticos, com significativa contribuição para o aumento da competitividade do agronegócio.
    As discussões sobre o tema vêm se arrastando desde 1997, quando o licenciamento se tornou regra, com a aprovação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
    Para derrubar o veto, o Congresso precisa se reunir e ter maioria de votos contrários à decisão da presidente nas duas Casas.
    Agência Senado.

    Mudanças climáticas já causam queda da produtividade agrícola no mundo

    03/06/2014 Agência FAPESP –Por Elton Alisson

        As mudanças climáticas têm causado alterações nas fases de reprodução e de desenvolvimento de diferentes culturas agrícolas, entre elas milho, trigo e café. E os impactos dessas alterações já se refletem na queda da produtividade no setor agrícola em países como Brasil e Estados Unidos. A avaliação foi feita por pesquisadores participantes do Workshop on Impacts of Global Climate Change on Agriculture and Livestock , realizado no dia 27 de maio, no auditório da FAPESP. Promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais, o objetivo do evento foi reunir pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos para compartilhar conhecimentos e experiências em pesquisas sobre o impactos das mudanças climáticas globais na agricultura e na pecuária.
       “Sabemos há muito tempo que as mudanças climáticas terão impactos nas culturas agrícolas de forma direta e indireta”, disse Jerry Hatfield, diretor do Laboratório Nacional de Agricultura e Meio Ambiente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). “A questão é saber quais serão o impacto e a magnitude dessas mudanças nos diferentes países produtores agrícolas”, disse o pesquisador em sua palestra no evento.


       De acordo com Hatfield, um dos principais impactos observados nos Estados Unidos é a queda na produtividade de culturas como o milho e o trigo. O país é o primeiro e o terceiro maior produtor mundial desses grãos, respectivamente. “A produção de trigo [nos Estados Unidos] não atinge mais grandes aumentos de safra como os obtidos entre as décadas de 1960 e 1980”, afirmou.
       Uma das razões para a queda de produtividade dessa e de outras culturas agrícolas no mundo, na avaliação do pesquisador, é o aumento da temperatura durante a fase de crescimento e de polinização.
    As plantas de trigo, soja, milho, arroz, algodão e tomate têm diferentes faixas de temperatura ideal para os períodos vegetativo – de germinação da semente até o crescimento da planta – e reprodutivo – iniciado a partir da floração e formação de sementes.
       O milho, por exemplo, não tolera altas temperaturas na fase reprodutiva. Já a soja é mais tolerante a temperaturas elevadas nesse estágio, comparou Hatfield.
       O que se observa em diferentes países, contudo, é um aumento da frequência de dias mais quentes, com temperatura até 5 ºC mais altas do que a média registrada em anos anteriores, justamente na fase de crescimento e de polinização.
       “Observamos diversos casos de fracasso na polinização de arroz, trigo e milho em razão do aumento da temperatura nessa fase. E, se o aumento de temperatura ocorrer com déficit hídrico, o impacto pode ser exacerbado”, avaliou.
       Segundo Hatfield, a temperatura noturna mínima tem aumentado mais do que a temperatura máxima à noite. A mudança causa impacto na respiração de plantas à noite e reduz sua capacidade de fotossíntese durante o dia, apontou.
    Pesquisas com milho
       Em um estudo realizado no laboratório de Hatfield no USDA em um rizontron – equipamento para a análise de raízes de plantas no meio de cultivo –, pesquisadores mantiveram três diferentes variedades de milho em uma câmara 4 ºC mais quente do que outra com temperatura normal, para avaliar o impacto do aumento da temperatura nas fases vegetativa e reprodutiva da planta.
       “Constatamos que a fisiologia da planta é muito afetada por aumento de temperatura principalmente na fase reprodutiva”, contou o pesquisador.
         Em outro experimento, os pesquisadores mantiveram uma variedade de milho cultivada nos Estados Unidos em uma câmara com temperatura 3 ºC acima da que a planta tolera na fase de crescimento, em que é determinado o tamanho da espiga.
        O aumento causou uma redução de 15 dias no período de preenchimento dos grãos de milho e interrupção na capacidade da planta de completar esse processo, o que se refletiu em queda de produtividade.
        “Observamos que, se as plantas forem expostas a uma temperatura noturna relativamente alta no período de preenchimento dos grãos, essa fase de desenvolvimento é interrompida”, afirmou Hatfield.
        “O problema não é a temperatura média a que a planta pode ficar exposta na fase reprodutiva, mas a temperatura mínima. Precisamos entender melhor essa interação das culturas agrícolas com o ambiente e o clima para aumentar a resiliência delas à elevação da temperatura e à frequência de eventos climáticos extremos”, avaliou.

    Impactos no Brasil
        No Brasil, as mudanças climáticas já modificam a geografia da produção agrícola, afirmou Hilton Silveira Pinto, diretor do Centro de Pesquisas Meteorológicas e
        Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
    O ano passado foi o mais seco desde 1988 – quando o Cepagri iniciou suas medições climáticas. Registrou-se uma média de 1.186 milímetros de chuva contra 1.425 milímetros observados nos anos anteriores. O mês mais crítico do ano foi dezembro, quando choveu 83 milímetros. A média para o mês é 207 milímetros, comparou Silveira Pinto.
        “O final de ano muito seco atrapalhou bastante a agricultura em São Paulo, porque a época de plantio dos agricultores daqui é justamente no período entre outubro e novembro”, disse Silveira Pinto durante sua palestra.
        “O plantio de algumas culturas deverá ser atrasado, porque há uma variabilidade bastante sensível no regime pluviométrico das áreas em que determinadas culturas podem ser plantadas”, afirmou.
    Segundo o pesquisador, a partir dos anos 2000 não foi registrada mais geada em praticamente nenhuma região de São Paulo, evidenciando um aumento da temperatura no estado.
        Um reflexo dessa mudança é a migração da produção do café em São Paulo e Minas Gerais para regiões mais elevadas, com temperaturas mais propícias para o florescimento da planta. A cada 100 metros de altitude, a temperatura diminui cerca de 0,6 ºC, segundo Silveira Pinto.
         Durante o período de florescimento do café, quando os botões florais tornam-se grãos de café, a planta não pode ser submetida a temperaturas acima de 32 ºC. Apenas uma tarde com essa temperatura nesse período é suficiente para que a flor seja abortada e não forme o grão.
        “O registro de temperaturas acima de 32 ºC tem ocorrido com mais frequência na região cafeeira de São Paulo. Com o aquecimento global, deverá aumentar entre 5 e 10 vezes a incidência de tardes quentes no florescimento da planta”, disse Silveira Pinto. “Isso pode fazer com que não seja mais viável produzir café nas partes mais baixas de São Paulo nas próximas décadas.”
        “A produção do café no Brasil deve migrar para a Região Sul”, afirmou. “O café brasileiro deverá ser produzido nos próximos anos em estados como Paraná e Santa Catarina.”