Postagens mais visitadas

Slide 1

Montadoras

  • Slide 2

    Tratores Valtra

    Slide 3

    Treinamento Massey Ferguson

    Slide 4

    Oportunidade de Emprego

    Slide 5

    História da Ford como montadora

    Slide 6

    Curso de tratorista

    Slide 7

    Universidade Federal rural de Pernambuco

    domingo, 4 de fevereiro de 2018

    Viagem Técnica à Usina São José Agroindustrial

       No último dia 02 de fevereiro de 2018, os professores Angélica Virgínia Valois Montarroyos e Veronildo Souza de Oliveira participaram da visita técnica à Usina São José Agroindustrial, localizada no município de Igarassú-Pe., com os alunos das turmas SA-1 e SA-3 de Agronomia e EA-3 de Engenharia Agrícola, das disciplinas Controle de Plantas Invasoras, Máquinas e Implementos Agrícolas e Mecanização Agrícola. 
         A Usina possui uma área de 28 mil hectares. Destes 17 mil hectares são destinados à produção agrícola, para produção de açúcar e álcool.
    Inicialmente, fomos a uma área de renovação do canavial, observar as operações de preparo secundário do solo.

     Operações de renovação de talhão, com destruição de socaria, para implantação de novo plantio de cana de açúcar.
    Gradagem com grade pesada de 16 discos de 32 polegadas, tracionada por trator de 180 cv.
    Na área foi aplicado calcário, para correção do solo.
     Subsolagem na profundidade de 50 cm.


    Fomos recebidos pelas Engenheiros Agrônomos Antônio José Barros Lima, Coordenador de Tratos Culturais e P&D e Roberto, da área de Irrigação, além do Técnico Agrícola Luiz Galvão, responsável pelo preparo do solo.



    Antônio Lima, além de explicar as operações, respondeu perguntas dos alunos.


     O Engenheiro Agrônomo Roberto explicando o funcionamento do sistema linear de irrigação, trabalhando em talhão de 600 m x 300 m.




     Após as operações de gradagem pesada, descompactação, rotavação (enxada rotativa) para destruição dos restos de touceiras de cana, se faz a sulcagem, ou seja, a abertura de sulcos para o plantio das mudas de cana de açúcar.
    Adição de torta de filtro, no fundo do sulco.




    Sulcagem e adubação da cana.
    Plantio da cana semente (mudas) de ponta cabeça, que depois será cortada com um fação em rebolos, distanciados de 40 cm.

     Pulverizador de barras

    Ponta em leque

     Foto geral das turmas na Usina São José.








    sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

    Volvo lança caminhão VM autônomo para utilização na colheita da cana-de-açúcar desenvolvido no Brasil








          Fonte: http://motordream.bol.uol.com.br/noticias

    Volvo lança caminhão VM autônomo desenvolvido no Brasil, para utilização na agricultura canavieira
    por Luiz Humberto Monteiro Pereira 
    Auto Press
    Em um Brasil politicamente conturbado e economicamente fragilizado, o agronegócio não para de surpreender - e de mostrar sua força. Para atender as demandas específicas de um grande produtor paranaense segmento sucroalcooleiro, a Volvo acaba de fazer o lançamento do primeiro caminhão autônomo produzido no Brasil já testado em uma operação real e comercialmente viável - o VM Autônomo. 
    Criado no Brasil a partir de tecnologias disponíveis globalmente no Grupo Volvo, a versão com tecnologia autônoma do caminhão semipesado foi projetada para eliminar a perda de produtividade provocada pelo pisoteamento de soqueiras (brotos) pelo caminhão durante a colheita da cana. Segundo os produtores do setor, o problema é responsável por prejuízos que chegam a quase 10% da produção anual de cana-de-açúcar. E a utilização do caminhão autônomo pode eliminar 4% dessa perda. “Este lançamento vai revolucionar o transporte no agronegócio brasileiro, um dos mais competitivos do mundo”, comemora Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina. 
    O novo caminhão foi desenvolvido em pouco mais de um ano e testado nas lavouras da Usina Santa Terezinha, do Grupo Usaçucar, um dos maiores produtores e exportadores de açúcar do Brasil, sediado em Maringá, no Paraná. Graças a um sistema que combina sensores, radares, GPS e controles eletrônicos de direção e velocidade, o semipesado consegue rodar ao longo das linhas da plantação, ao lado das colheitadeiras, sem passar por cima das soqueiras, com uma precisão de 2,5 centímetros. “Não esmagar os pés de cana remanescentes na colheita era uma reivindicação antiga que tínhamos. O pisoteamento de soqueiras é atualmente o principal malefício da cultura da cana-de-açúcar no Brasil, maior inclusive que os problemas provocados pelo clima e por pragas”, avalia Paulo Meneguetti, diretor financeiro e de suprimentos do Grupo Usaçucar. 
    No setor canavieiro, a precisão no trajeto do caminhão na plantação é fundamental, porque as soqueiras resultantes da colheita vão se transformar novamente em pés adultos de cana-de-açúcar nas safras subsequentes. O replantio é feito a cada cinco anos, com uma média de cinco safras por plantio. Como a colheita ocorre num período curto de tempo, o trabalho tem que ser feito 24 horas por dia, sete dias por semana. Devido a severidade própria da operação, da pouca visibilidade noturna e da palha que cai sobre o solo, é muito difícil para o motorista conduzir o veículo de forma precisa para evitar o pisoteamento dos brotos. “O segmento sucroalcooleiro trabalha com grandes volumes de produção e precisa reduzir ao máximo as perdas em todas as etapas da cultura. Todo ganho de produtividade faz uma grande diferença na rentabilidade do negócio”, pondera Gilberto Ribas, vice-presidente de engenharia do Grupo Volvo América Latina. 
    O VM autônomo foi desenvolvido pelos engenheiros da Volvo no complexo industrial da empresa em Curitiba, no Paraná, em colaboração com os especialistas da marca na Suécia e com os técnicos da Usina Santa Terezinha. Depois do mapa digital do canavial ser inserido no computador de bordo do caminhão, o sistema reconhece precisamente as linhas da plantação, evitando o pisoteamento. O papel do condutor é conduzir o veículo até o início da linha na lavoura, encontrando a rota a ser seguida, e depois retirá-lo da plantação para fazer o transbordo nos veículos de transporte que levarão a carga até a usina de açúcar. O modelo desenvolvido para a colheita da cana-de-açúcar mecanizada é um caminhão de 6x4 eixos, com pneus de alta flutuação, mas dotado de outros modernos equipamentos. “A tecnologia da Volvo proporciona alta precisão no traçado do caminhão, enquanto o motorista acompanha a operação e usa o seu tempo para outras tarefas importantes, como o transbordo, o descarregamento e outros controles administrativos da operação”, explica Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil. 
    O sistema autônomo do VM é composto por duas antenas GPS de alta precisão (GNSS/RTK), parte do sistema de esterçamento VDS (Volvo Dynamic Steering), dois giroscópios de alta sensibilidade e um display posicionado no interior da cabine do caminhão, que funciona como interface homem-máquina. Além de parte do VDS da Volvo Trucks, o novo veículo assimilou o Co-Pilot da Volvo Construction Equipment, e também dispositivos da Volvo Penta e da Volvo Bus, respectivamente para o posicionamento do caminhão nos mapas e para a integração na arquitetura eletrônica do veículo. O semipesado autônomo da Volvo utiliza a tecnologia RTK (Real Time Kinematics) para geolocalização. Usando unidades de medição de inércia, os chamados giroscópios, o sistema identifica detalhadamente a inclinação e o deslocamento do veículo, tanto da cabine como do chassi, bem como seu movimento relativo, inclusive a angulação do terreno. “O novo VM resolve o problema de precisão, que é humanamente impossível de conseguir, inclusive nas manobras em marcha ré”, complementa Roberson Oliveira, gerente de projeto de engenharia avançada do Grupo Volvo América Latina.

    terça-feira, 23 de janeiro de 2018

    Alunos do 1º período de Agronomia, turmas SA-1 e SA-3

    Os alunos do 1ª  período do Curso de Agronomia, turnos manhã e tarde, estiveram no Galpão de Mecanização Agrícola, para assistirem a Palestra sobre a Importância da Mecanização Agrícola na Agricultura, proferida pelo Prof. Veronildo Oliveira. Bem-vindos todos os alunos da segunda entrada de 2017.
    .Turma da manhã, SA-1
    Turna da tarde, - SA-3

    sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

    Aumento das vendas de máquinas agrícolas

    Segundo a ANFAVEA, as vendas de máquinas agrícolas aumentaram em 8,12%, quando se compara nov/2016 com nov/2017. Esse aumento foi devido à demanda por mais maquinário agrícola para atender a ultima safra 2016/2017, onde o Brasil bateu record em relação a produção de grãos com 238,8 milhões de toneladas, um aumento de 28% em relação a safra 2015/2016.

    segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

    Turma de EAA de 2017.2

    Damos as boas vindas aos alunos da turma 2017.2 do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental, que participaram da atividade, na disciplina Introdução à Engenharia Agrícola, de contato com a área de Mecânica e Mecanização Agrícola. Na oportunidade, os alunos tiveram uma visão geral das disciplinas Máquinas Agrícolas e Mecanização Agrícola, além do contato visual com os tratores e máquinas agrícolas no galpão de máquinas do Departamento de Engenharia Agrícola.

    segunda-feira, 21 de março de 2016

    Após seis meses de queda, venda de máquinas agrícolas cresce 50% em fevereiro

    As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias registraram crescimento de 50,4% em fevereiro, com a comercialização de 2.346 mil unidades, ante as 1,6 mil unidades entregues em janeiro, segundo divulgou a Associação de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, no entanto, houve retração de 36,5%, quando foram entregues 3,7 mil unidades.

    O aumento observado em fevereiro, segundo a entidade, foi puxado pela comercialização dos tratores, que chegou a 1.912 unidades, contra 1.081 vendidas em janeiro.
    No acumulado do ano, as vendas registraram queda de 44,6%, quando comparadas as 3,9 mil unidades deste ano com as 7 mil de 2015.
    Produção – a produção nos dois meses já transcorridos deste ano diminuiu 52% se comparada com a do mesmo período do ano passado, quando 9,5 mil máquinas saíram das fábricas . Neste ano, o volume chegou a 4,5 mil. Em fevereiro foram fabricadas 2,9 mil unidades, o que significa aumento de 80,4% frente as 1,6 mil de janeiro e declínio de 39,8% contra as 4,9 mil de fevereiro do ano passado.
    Exportação – as exportações até fevereiro chegaram a 832 unidades, o que representa um recuo de  39,8% na comparação com as 1,4 mil do mesmo período de 2015.

    Fonte: Máquinas Agrícolas, 07 de março de 2016 http://www.portalmaquinasagricolas.com.br/

    sábado, 21 de novembro de 2015

    Visita técnica à Usina Estreliana

    A Profª. Angélica, do DEPA, juntamente com os Profs. Romero e Veronildo do DEAGRI, realizaram visita técnica à Usina Estreliana, no Município de Ribeirão. Estiveram presentes 36 alunos do sexto e sétimo período do Curso de Agronomia da UFRPE.

    Os visitantes foram recebidos pelo Engenheiro Agrônomo Roberto Brito, egresso da UFRPE, Gerente de produção e sua equipe.

    Pela programação, os alunos visitaram uma área onde estavam aplicando herbicida de pré-emergência, na meia encosta, local onde só é possível aplicação pelo homem, devido ao relevo ser fortemente ondulado. Os aplicadores utilizam o produto em um pulverizador costal pressurizado da marca Martineli, como explicou o Engº. Agrônomo Nivaldo. 





    Em seguida, os visitantes foram a uma área mais plana, para verificarem a aplicação do mesmo produto, agora, em um pulverizador de barras a tração tratorizada, com bicos em leque.


    Técnico agrícola, responsável pela área, explicando e tirando dúvidas dos alunos.




    Posteriormente, foi visitada uma área infestada por Panicum maximum (capim-colonião), que é realizada através do arranquio das touceiras com enxada e, quando a infestação é menor, com produto químico.





    E, por fim, os visitantes foram a uma área de colheita de cana-de-açúcar, para verificar o funcionamento da máquina cortadora de cana crua e queimada, utilizada nas áreas declivosas.
     Cana cortada e coloca no ponto, local onde possa ser carregada nas carretas transportadoras ou caminhões.

     Máquinas cortando cana crua em área inclinada
     Vista frontal da máquina, onde pode ser vistos os pirulitos, que direcionam as canas, e os discos com facas cortadoras.
     Conserto das facas cortadoras
      Conserto das facas cortadoras
      Conserto das facas cortadoras
     Técnico da área explicando o funcionamento  da máquina

    Fotos do final da visita técnica à Usina Estreliana.