sábado, 29 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
Pelo fim da "numeração especial" para máquinas agrícolas
Em debate
durante audiência pública realizada na Comissão de Agricultura da Câmara dos
Deputados, nesta última quarta-feira (29), o assessor técnico da Comissão de
Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do
Brasil (CNA), Leonardo Oliveira Machado, defendeu a suspensão da vigência de
duas resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que estabelecem
“numeração especial” para máquinas agrícolas.
A medida
do Contran, explicou ele, representa um custo adicional para o produtor rural.
Na prática, embora não de forma explícita, tais portarias obrigam os
proprietários de máquinas e implementos agrícolas do País a pagarem uma taxa
equivalente ao IPVA dos carros de passeio e caminhões.
O
deputado Marcom (PT-RS), autor do requerimento que permitiu a realização da
audiência pública, lembrou que “máquina agrícola, tratores especialmente, não
são veículos de passeio e representam instrumentos de trabalho dos produtores
rurais, pois ninguém vai para as rodovias passear de trator”.
Leonardo
Machado destacou que, caso as medidas sejam mantidas, só com a “numeração
especial”, o dono de um trator dependendo do Estado, terá um custo adicional
entre R$ 360,00 a R$ 560,00 por unidade. “É uma medida burocrática e onerosa
para o bolso do agricultor, especialmente o pequeno produtor”, salientou.
O projeto
de lei n.º 3.312/2012, de iniciativa do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), em
tramitação no Congresso Nacional, dá uma solução definitiva para o problema ao
alterar dispositivos de outro diploma legal – a Lei nº 9.503, de 1997 –
alterando especificamente o artigo 115, cujo § 4º tem a seguinte redação:
“os
aparelhos automotores destinados a puxar ou arrastar maquinaria de qualquer
natureza ou a executar trabalhos de construção ou pavimentação são sujeitos,
desde que lhes seja facultado transitar nas vias, ao registro e licenciamento
da repartição competente, devendo receber numeração especial”.
O projeto
de lei nº 3.312 acrescenta um novo parágrafo com o objetivo de resolver a
questão para os produtores rurais. A nova redação proposta:
§ 5º “o
disposto neste artigo não se aplica aos veículos de uso bélico e aos veículos
automotores destinados a executar trabalhos agrícolas”.
Para o
representante da CNA o projeto atende aos interesses dos produtores, mas como a
tramitação de matéria dessa natureza, na Câmara ou no Senado, é sempre
demorada, ele concordou com a decisão tomada durante a audiência pública: pedir
ao Governo a suspensão imediata das resoluções, pelo prazo mínimo de 90 dias,
até que uma solução definitiva seja encontrada pelas partes. As resoluções, de
número 429,
de 12 de dezembro de 2012, e 434,
de 01 de janeiro de 2013, regulamentam os procedimentos para o agricultor obter
o “número especial” para máquinas agrícolas.
Assessoria
de Comunicação CNA
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Livro 2
Máquinas Agrícolas
Emplacamento de trator
16/04/2013 | Logística e infraestrutura
Tratores deverão ser emplacados a partir de junho
A partir de primeiro de junho de 2013
as máquinas e implementos agrícolas fabricadas a partir de janeiro de
2013 deverão ser registradas com emplacamento e Certificado de Registro
de Veículos (CRV), como os demais veículos. A medida faz parte das
portarias 429 e 434, respectivamente de dezembro de 2012 e janeiro de
2013, editadas pelo Conselho Nacional do Trânsito (Contran). Segundo as
portarias, também deverão ser emplacados tratores destinados a puxar ou
arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos na área
da construção, como guindastes. Para os tratores fabricados até
primeiro de junho deste ano o registro, quando necessário, poderá ser
feito sem necessidade de pré-cadastramento
Fonte: DCI
Notícias sobre a produção de tratores e implementos agrícolas
Venda de tratores e colheitadeiras deve aumentar
Os fabricantes de máquinas e
implementos agrícolas que operam no território gaúcho vivem um bom
momento. Os financiamentos, fundamentais para seu desempenho, são
realizados hoje a juros muito baixos, bastante acessíveis ao perfil de
grande maioria dos produtores rurais. Os juros do Programa de
Sustentação do Investimento (PSI), a linha de crédito subsidiado pelo
BNDES para compra de máquinas e equipamentos agrícolas seguem num
patamar de 3% no primeiro semestre e 3,5% no segundo semestre. "Devido
ao bom preço das commodities agrícolas no ano passado, o produtor está
hoje mais capitalizado, e isso se reflete em investimentos em
mecanização e na compra de máquinas para elevar a produtividade das
lavouras", sustenta Alfredo Miguel Neto, diretor de assuntos
corporativos para a América Latina da norte-americana John Deere.
O balanço dos fabricantes, no ano
passado, revela os impactos positivos desse cenário. Segundo a
Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea),
as vendas de máquinas agrícolas pelas montadoras do Brasil fecharam 2012
com alta de 6,2% em relação ao ano anterior. Foram vendidas 69.374
unidades. A produção de máquinas agrícolas cresceu 2,6% em comparação
com 2011, somando 83.640 unidades.
A John Deere, informa Miguel Neto, vendeu
11.592 tratores (crescimento de 17,5% ante 2011) e 2.231 colheitadeiras
(aumento de 15,7% em relação a 2011). "Isso demonstra a força das
nossas fábricas, em Horizontina e Montenegro, no Rio Grande do Sul, e a
importância que elas têm nas estratégias da corporação para o
continente", diz o executivo. Ele assinala que boa parte dos US$ 2
bilhões investidos nos últimos dez anos pela John Deere no Brasil foram
destinados à modernização e ampliação das duas plantas industriais. "As
perspectivas para 2013 continuam positivas", afirma.
Com a aquisição das marcas Massey
Ferguson, Valtra e Sfil, a AGCO Implementos se fortaleceu no mercado
brasileiro, mas continua investindo no desenvolvimento tecnológico e na
ampliação de sua capacidade de produção no Rio Grande do Sul. A empresa
investiu R$ 10 milhões em melhorias na produção de pulverizadores em
Canoas, e em março, conclui a ampliação da fábrica de Santa Rosa, onde
foram aplicados R$ 65 milhões para melhorar a capacidade produtiva.
Segundo Fábio Piltcher, diretor de marketing da AGCO para a América do
Sul os investimentos contemplam como a robotização de soldagem e
treinamento especializado de pessoal. A capacidade de produção será de
200 colheitadeiras por mês.
Atualmente, segundo Piltcher, a AGCO
detém cerca de 50% do mercado nacional de tratores, liderando o ranking
brasileiro. O Rio Grande do Sul participa com quase 13% desse volume de
comercialização. Já em colheitadeiras, o Estado é responsável por 40% do
mercado da AGCO.
A Agrale também confia nos incentivos
governamentais e melhores prazos de financiamento para compra de
tratores para puxar os resultados. De acordo com Flávio Alberto Crosa,
diretor de vendas, a empresa acredita que este ano as vendas de tratores
devem crescer cerca de 40% em relação ao ano passado. Em 2012, o
faturamento da Agrale, que além de tratores fabrica caminhões, chassis
para ônibus e veículos utilitários, atingiu R$ 1,075 bilhão, 16,5% a
mais que em 2011.
Autor: Genilson Cezar. Fonte: Valor Economico
terça-feira, 14 de maio de 2013
Bibliografia
Mecanização Agrícola
Luis Antonio Balastreire
Ed. Manole
Luis Antonio Balastreire
Ed. Manole
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Disciplinas
As disciplinas Mecanização Agrícola e Máquinas e Implementos Agrícolas são lecionadas nos prédios: Edifício
Vasconcelos Sobrinho (Ceagri) e Rildo Sartori. As aulas práticas são realizadas no Departamento de Engenharia Agrícola, no Galpão de Máquinas.
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