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    Universidade Federal rural de Pernambuco

    quarta-feira, 27 de novembro de 2019

    Visita técnica ao vale do São Francisco

    No período de 18 a 22 visitamos alguns empreendimentos agrícolas no vale do São Francisco com os alunos do 8º e 9º período, do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental da UFRPE.




    No primeiro dia, visitamos a Empresa Velle Verde, do Sr. Edson Nakahara que produz e comercializa manga e uva, em Petrolina-PE.




    Sr. Edson faz questão de explicar tudo sobre a produção em sua propriedade




    Na packing house foram mostradas todas as fases de preparo das frutas para o destino final. São comercializadas mangas para Europa, através do porto de Roterdã, no sul da Holanda, para países como Espanha, Portugal, holanda, entre outros.




    Limpeza


    Embalagem


    Frutos prontos para a câmara fria


    Alunos e professores com o anfitrião Edson Nakahara

    No 2º dia, fizemos uma visita a Exposição da EMBRAPA







    No 3º dia, fizemos uma visita a Barragem de Sobradinho


    Sobradinho

    Professores


    Visita a Fazenda de uvas Labrunier II, na cidade de Lagoa Grande-PE

    Campo

    Campo

    Estação Meteorológica

    Funcionários da Labrunier com a turma


    Visita a vinícola Rio Sol












    Bodódromo


    quarta-feira, 23 de outubro de 2019

    Visita técnica ao DEAGRI/UFRPE

    No dia 22 de outubro, recebemos no Departamento de Engenharia Agrícola da UFRPE, a visita de Henrique Steinberg, da Solftex, do senhor Renato Cunha, presidente do Sindaçucar e cinco representantes de usinas da região (Usina Trapiche, Usina Olho Dágua, Usina Ipujuca, Usina União Industrial e Usina JB), que conheceram os laboratórios da área de Mecânica e Mecanização Agrícola (Galpão e Centro da parceria UFRPE/STIHL), além do Laboratório de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEOSERE. 

     Prof. Veronildo Oliveira explicando a parceria da UFRPE com a STIHL

     Visita ao galpão de máquinas agrícolas do DEAGRI

    Prof. Hernande Pereira explicando as atividades que podem ser realizadas no Laboratório de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEOSERE. Além dos visitantes, também estavam presentes a Profª Marianne Barboza, diretora do Departamento de Engenharia Agrícola, os profs. Romero Falcão e a profª Juliana Pinheiro, da área de Mecânica e Mecanização Agrícola do DEAGRI, além do Sr. Wallace Benedito Guedes, consultor de mecanização agrícola, Francisco de Assis Dutra, da EECAC/UFRPE e o prof. Jones Albuquerque, Research Scientist at LIKA-UFPE/UCL/INCT-INES/IRRD-PE/DEINFO-GEOSERE-UFRPE, Co-founder. 

    quarta-feira, 21 de agosto de 2019

    Mecanização agrícola: Aumento da produtividade e racionalização dos custos!


    A mecanização agrícola é voltada para os aspectos de planejamento e desenvolvimento das atividades, com foco na utilização de máquinas e implementos. No Brasil, teve seu início após a segunda grande guerra, o maquinário utilizado vinha do mercado americano e europeu. Então, é de se imaginar que não eram compatíveis com as condições das construções rurais e muitas máquinas acabaram paralisadas.

    Outro entrave encontrado pelos produtores rurais na época, era a falta de peças para realizar a manutenção das máquinas quando apresentavam defeito. Atualmente a mecanização é fundamental para melhoria no dia a dia do produtor rural, e o uso de tratores tem sido cada vez mais intenso. Estes foram sendo aperfeiçoados ao longo do tempo e estão cada vez mais modernos.

    Mecanização agrícola

    Fonte: http://www.revistaagropecuaria.com.br/2019/02/21/mecanizacao-agricola-aumento-da-produtividade-e-racionalizacao-dos-custos/


    sábado, 17 de novembro de 2018

    Oportunidade de Emprego em Mecanização Agrícola

    Oportunidade de emprego em Mecanização Agrícola


    O período de inscrição para professor do Magistério Superior na área de Mecânica e Mecanização Agrícola, da UFRPE, termina no dia 30 de novembro de 2018. Maiores informações pelo endereço:
    www.concurso.ufrpe.br/sites/www.concurso.ufrpe.br/files/selecoes/2018008/181029-%20Edital%20Especifico%2006%202018%20DOCENTE%20%20-%20SEDE%20-%20UAG%20-%20UABJ%20-%20UAST%20-%20Retificado%20em%2008-11-2018.pdf


    segunda-feira, 17 de setembro de 2018

    Normas Técnicas do Setor de Máquinas e Implementos Agrícolas






    O agronegócio é há muitas décadas um dos setores econômicos mais importantes do Brasil, visto o registro de crescimento da participação no PIB nos últimos anos e que tem relevante contribuição para o superávit da balança comercial. E as exportações brasileiras envolvendo o agronegócio também têm mostrando crescimento em relação aos anos anteriores.

    A mecanização da agricultura vai ao encontro deste crescimento, incorporando cada vez mais tecnologia às máquinas e equipamentos. E, para que seja assegurada a interoperabilidade das máquinas e implementos, tanto no Brasil quanto no exterior, é fundamental que seja promovida a padronização dimensional e estrutural. Quem promove a normatização do setor no Brasil é o ABNT/CB-203 (Comitê Brasileiro de Tratores, Máquinas Agrícolas e Florestais) ligado à Associação Brasileira de Normas Técnicas
    De acordo com o chefe da Secretaria ABNT/CB-203, Leoni de Souza Leite,  as normatizações são responsáveis pela elaboração e gestão das normas técnicas aplicáveis ao setor de Tratores, Máquinas Agrícolas e Florestais, englobando normas referentes à segurança, desempenho e sustentabilidade de máquinas, equipamentos, sistemas e acessórios utilizados na agricultura e silvicultura, bem como jardinagem, paisagismo, irrigação e outras áreas correlatas, como a identificação de animais por rádio frequência. Confira 12 nas normais para o segmento agrícola:
    1- ABNT NBR ISO/TS 28924:2016 – Máquinas agrícolas – Proteções para partes móveis de transmissão de potência – Abertura da proteção sem ferramenta;
    2- ABNT NBR ISO 5674:2017 – Tratores e máquinas agrícolas e florestais — Proteções para eixos de transmissão da tomada de potência (TDP) — Ensaios de resistência e desgaste e critérios de aceitação;
    3- ABNT NBR ISO 8210:2016 – Equipamentos para colheita — Colhedoras de grãos — Procedimento de ensaio;
    4- ABNT NBR ISO 7914:2016 – Máquinas florestais — Motosserras portáteis — Espaçamentos e tamanhos mínimos da empunhadura;
    5- ABNT NBR ISO 15077:2016 – Tratores e máquinas agrícolas autopropelidas – Controles do operador – Forças de acionamento, deslocamento, localização e método de operação;
    6- ABNT NBR ISO 5697:2016 – Veículos agrícolas e florestais — Determinação do desempenho de frenagem;
    7- ABNT NBR ISO 5700:2015 – Estruturas de proteção na capotagem (EPC) – Método de ensaio estático e condições de aceitação;
    8- ABNT NBR ISO 8082-1:2016 – Máquinas florestais autopropelidas – Ensaios de laboratório e requisitos de desempenho para estruturas de proteção na capotagem. Parte 1: Máquinas gerais;
    9 – ABNT NBR ISO 11783-6: 2017 – Tratores e máquinas agrícolas e florestais – Rede serial para comunicação de dados e controle, Parte 6: Terminal virtual;
    10- ABNT NBR ISO 17962:2017 – Máquinas agrícolas – Equipamento para semeadura – Minimização dos efeitos ambientais de exaustão do ventilador de sistemas pneumáticos;
    11- ABNT NBR ISO 18471:2017 – Equipamentos de irrigação agrícola – Filtros – Verificação do grau de filtragem;
    12- ABNT NBR ISO 14223-2:2016 – Identificação de animais por radiofrequência – Transponders avançados. Parte 2: Código e estrutura de comando.
    Fonte: https://digital.agrishow.com.br/normas-tecnicas-impactam-setor-de-maquinas-e-implementos-agricolas-conheca-12-delas/

    domingo, 4 de fevereiro de 2018

    Viagem Técnica à Usina São José Agroindustrial

       No último dia 02 de fevereiro de 2018, os professores Angélica Virgínia Valois Montarroyos e Veronildo Souza de Oliveira participaram da visita técnica à Usina São José Agroindustrial, localizada no município de Igarassú-Pe., com os alunos das turmas SA-1 e SA-3 de Agronomia e EA-3 de Engenharia Agrícola, das disciplinas Controle de Plantas Invasoras, Máquinas e Implementos Agrícolas e Mecanização Agrícola. 
         A Usina possui uma área de 28 mil hectares. Destes 17 mil hectares são destinados à produção agrícola, para produção de açúcar e álcool.
    Inicialmente, fomos a uma área de renovação do canavial, observar as operações de preparo secundário do solo.

     Operações de renovação de talhão, com destruição de socaria, para implantação de novo plantio de cana de açúcar.
    Gradagem com grade pesada de 16 discos de 32 polegadas, tracionada por trator de 180 cv.
    Na área foi aplicado calcário, para correção do solo.
     Subsolagem na profundidade de 50 cm.


    Fomos recebidos pelas Engenheiros Agrônomos Antônio José Barros Lima, Coordenador de Tratos Culturais e P&D e Roberto, da área de Irrigação, além do Técnico Agrícola Luiz Galvão, responsável pelo preparo do solo.



    Antônio Lima, além de explicar as operações, respondeu perguntas dos alunos.


     O Engenheiro Agrônomo Roberto explicando o funcionamento do sistema linear de irrigação, trabalhando em talhão de 600 m x 300 m.




     Após as operações de gradagem pesada, descompactação, rotavação (enxada rotativa) para destruição dos restos de touceiras de cana, se faz a sulcagem, ou seja, a abertura de sulcos para o plantio das mudas de cana de açúcar.
    Adição de torta de filtro, no fundo do sulco.




    Sulcagem e adubação da cana.
    Plantio da cana semente (mudas) de ponta cabeça, que depois será cortada com um fação em rebolos, distanciados de 40 cm.

     Pulverizador de barras

    Ponta em leque

     Foto geral das turmas na Usina São José.