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    sexta-feira, 24 de julho de 2026

    Como surgiu o termo quinta roda

         No século 19, os veículos de transporte de pessoas e materiais eram  carruagens e carroças, tracionados por tração animal (cavalos). O sistema de direção era feito através de uma dispositivo circular colocado no eixo dianteiro, que auxiliava esses veículos a fazerem curvas

    Como a carruagem já tinha quatro rodas, esse componente que tinha formato circular foi batizado de "quinta roda", devido, evidentimentr, ao seu formato.



        Os inventores amaricanos Charles Martin e Herman Farr adaptaram esse conceito de carroceria giratória para os primeiros caminhões motorizados, patenteando a Quinta Roda Oscilante Martin. O pedido de patente foi submetido em 1915 e finalizado em 1916, com Herman Farr como inventor e Martin como cessionário. Quando fundaram a empresa Martin Fifth Wheel, Martin era o presidente e Farr foi nomeado secretário. Eles substituíram o equipamento circular por uma placa de aço reforçada em forma de U, com um sistema de trava. O acoplamento a semireboques acontedia por meio de um dispositivo chamado pino-rei. Hoje, o nome permanece e é amplamente encontrado nos caminhões trator ou cavalos mecânicos, para o acoplamento de semirreboques, nas formas conhecidas: carretas, pranchões e implementos como doly, encontrados nos rodotrens.  Seja aplicado a caminhões comerciais ou grandes veículos recreativos rebocáveis, uma "quinta roda" se refere a qualquer reboque que se acopla a uma placa em forma de ferradura montada na carroceria de um caminhão trator (cavalo mecânico).

                                                         Quinta roda

     É atraves do pino rei que o semirreboque fica atrelado ao cavalo mecânico.



    Pino Rei


                                 Ele fica no semirreboque (carreta, prancha)


    A quinta roda pode ser encontrada no implemento chamado dolly, que tem a função de interligar o segundo semirreboque, como no caso do Rodotrem.

    Dolly


    Rodotrem canavieiro





                     Rodotrem, veículo formado por um cavalo mecânico 6x4, dois semirreboques, interligados por duas quintas rodas, uma no cavalo mecânico e a outra, no dolly. Capacidade de 74 toneladas de PBTC (Peso Bruto Total Combinado), com 9 eixos.

                Bitrem, veículo formado por um cavalo mecânico, dois semirreboques, interligados por duas quintas rodas, uma no cavalo mecânico,  e a outra, no primeiro semirreboque, que tem os eixos deslocados, o que permite a colocação da segunda quinta roda. O conjunto tem capacidade de 57 toneladas de PBTC (Peso Bruto Total Combinado), com 7 eixos.





    Cavalo mecânico com prancha

    A prancha está acoplada na quinta roda do cavalo mecânico, através do pino rei.

    Para o acoplamento, tanto as carretas como as pranchas têm elevadores acionados mecanicamente ou hidráulicos, para permitir o acoplamento.











    sábado, 11 de julho de 2026

      Qual a diferença entre uma grade aradora e um grade niveladora destorroadora?


    Grade aradora - implemento utilizada nas médias e grandes empreendimentos agrícolas, que faz o trabalho do arado, ou seja,  preparar o solo para instalação de uma cultura. Seus órgõs (discos) realizam o revolvimento do solo, o que propicia o aumento de volume, da macroporosidade, beneficiando a infiltração da água no solo e as trocas gasosas. Apresenta discos de maior diâmetro e em número menor, em duas seções, em "V" ou "off-set".

    Grade niveladora destorroadora - é um implemento agrícola que complementa a ação da grade aradora, pois ao passar destorroa os torrões, deixados pela grade aradora, nivelando a superfície do solo. Possui discos menores do que a grade aradora e em número maior. Pode apresentar dois formatos: com quatro seções, em "X" ou com duas seções, em "V".


              Grade aradora com controle remoto de arrasto, com duas seções, em "V"



           Grade niveladora destorroadora, com controle remoto de arrasto, com duas seções, em "V"


                 Grade niveladora destorroadora em "X", com 4 seções, montada.


        Na verdade, quando a grade passa vai destorroando e tem como efeito nivelar.

    sábado, 24 de janeiro de 2026

          PRINCIPAIS FEIRAS AGROPECUÁRIAS EM 2026

      


           


                                                               


    domingo, 30 de novembro de 2025

     VISITA TÉCNICA À USINA PETRIBU

    Depois de 5 anos, retornamos a fazer visita técnica das disciplinas Controle de Plantas Invasoras e Máquinas e Implementos Agrícolas, do Curso de Agronomia da UFRPE.  A visita foi na Usina Petribu, que fica no município de Lagoa de Itaenga. A usina é considerada a mais antiga em operação no Brasil, que teve início em 1729 e está localizada às margens do rio Capibaribe, aproximadamente  57 km de Recife.  

    Inicialmente fomos ao campo, em área onde estavam aplicando herbicida com pulverizadores costais pressurizados. Ou seja, a calda é colocada sob pressão, que se mantém constante até o final da aplicação.


    Professora da disciplina Controle de Plantas Invasoras, Profa. Angélica Virginia Valois Montarroyos



    O técnico  Alan, especialista no controle de plantas concorrentes da Usina Petribu.
    Profs. Veronildo Oliveira e Angélica Montarroyos, com os alunos das turmas SA-1 e SA-3 do 5º período do Curso de Agronomia da UFRPE.
    Colocação da calda, com pressão constante

    Simulação de uma aplicação com jato tipo leque, em área de pré emergência



    Em seguida, fomos a uma área de produção de mudas de cana planta.




    Sem seguida, partimos para uma área de colheita mecanizada





    A tarde estivemos na Central de Recolhimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos da ARPAN - Associação dos revendedores de produtos agropecuários do nordeste, e fomos recebidos pelo Engenheiro Agrônomo Roberto Chiappetta, Diretor Executivo da ARPAN.


    Roberto fez uma apresentação de todo processo da Logística Reversa, realizada na central.


    Nosso agradecimento ao Engenheiro Agrônomo Roberto Chiappetta, por viabilizar o ônibus para essa Visita Técnica